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Antes de nos tornarmos pais era muito fácil fazer julgamentos sobre as formas de educar de outras famílias e apontar aquilo que nós faríamos de forma diferente. Limitar a televisão, não dormir na cama dos pais e, claro, a alimentação que daríamos aos nossos filhos.

Mergulham no reino da fantasia, criam amigos no seu próprio mundo, e, por vezes, não gostam de os partilhar com os pais - e, por isso, há pais que sentem ciúmes. Os amigos imaginários das crianças dos três aos seis anos são sinal de desenvolvimento saudável. A menos que se isolem.

Promova o diálogo em casa. Ao jantar, falem do que sentem, das emoções entre todos. Habitue-se, e aos seus filhos, a perguntar quando querem saber algo. Seja direto e não partilhe as suas preocupações como se de uma desavença se tratasse: opte por um tom curioso, empático e genuíno, não pelo tom de ralhete.

Com os miúdos na sala, à hora do noticiário, a televisão deve estar ligada ou desligada? Os pais hesitam entre a vontade de as poupar às más notícias e a violência e a noção de que vedar-lhes o acesso à realidade pode não ser a melhor solução. A resposta para ser supervisionar e mediar, mas sem ocultar nem proibir.